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Daniela Melchior revela cumplicidade com ator do "Esquadrão Suicida"

Igor Pires
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Com apenas 23 anos, Daniela Melchior dá cartas na representação em Portugal e em Hollywood. À conversa com a SELFIE, a atriz revelou-nos como tem sido trabalhar com algumas estrelas da "Meca do Cinema" e do que tem mais saudades.

As personagens do "Esquadrão Suicida" [o filme em que Daniela Melchior está a trabalhar em Hollywood] ainda estão envoltas em grande secretismo? Não dá mesmo para revelar nada?

Só as personagens que vêm do primeiro filme: a Margot Robbie a fazer de Harley Quinn, o Joel Kinnaman de Rick Flag e a Viola Davis a fazer de Amanda. Essas são algumas das personagens que vêm do primeiro filme. De resto, há um realizador novo e o James Gunn está a querer manter tudo em segredo, o que é uma ideia muito boa, porque as pessoas estão a falar imenso e a criar imensas teorias e quanto mais tempo pudermos manter este secretismo, melhor.

Há algum ator desse elenco incrível com quem tenhas um maior orgulho em trabalhar?

Acho que, quando cheguei aos Estados Unidos da América e fui, pela primeira vez, ao estúdio para fazer a leitura de mesa do argumento todo, comecei a ver as pessoas a chegar, a Margot Robbie muito querida a dar-me um grande abraço como se eu fosse amiga dela há muitos anos... Foi aí que me caiu a ficha de que estava ali, com aquelas pessoas. 

Também fiquei muito sem reação, quando vi pela primeira vez a Viola Davis. Tive uma cena com ela e, de facto, fiquei boquiaberta. Já tinha visto vários filmes e séries com ela e admiro-a imenso enquanto atriz. 

Houve algum ator que te surpreendeu, ou seja, que, inesperadamente, se tornou num parceiro de filmagens?

Estou a gostar de trabalhar com todos, são todos muito diferentes. Mas talvez a pessoa com quem acabe por privar mais seja o David Dastmalchian, que é um ator americano. Acabo por ter muitas cenas com ele e, mesmo em cenas de grupo, estou muitas vezes ao pé dele e então, entre takes, estamos sempre a conversar e a contar piadas um ao outro e eu já conheci a família dele - a mulher e os filhos - e estou muito próxima deles.

Como é que tem sido viver nos Estados Unidos?

Acho que há muitas saudades da família, dos amigos, da comida portuguesa, do cafezinho português... A comida de lá é muito fast food, mas eu adaptei-me rapidamente a esse conceito, por uma questão de falta de tempo. Mas tento fazer sempre escolhas mais saudáveis, claro. De resto, adaptei-me bem ao ritmo e à energia dos americanos.

Imaginas-te a fazer mais filmes e a ter mais oportunidades profissionais?

Agora, que já estou a fazer este filme, já me imagino, sim. 

Para 2020, quais são as tuas expetativas?

Não estou a criar expetativas de nada, porque, às vezes, as coisas não são como nós queremos. Mas espero que isto seja o início de uma possível carreira internacional e espero continuar a conhecer pessoas maravilhosas e a ter as pessoas maravilhosas que eu já conhecia perto de mim. E viver, o máximo que eu puder, cada momento, seja em Portugal, seja nos Estados Unidos. 

Veja, agora, a entrevista exclusiva de Daniela Melchior, na íntegra, nos vídeos.