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Magda Burity sobre o "Big Brother": "A Revolução 'tá doce'"!

Já que, esta semana, o termo catinga foi atribuído apenas aos africanos, vou aproveitar a boleia para introduzir a expressão 'tá doce', que, em linguagem coloquial da cidade de Luanda, em Angola, quer dizer que o jogo está mesmo bom!

Começo pelo grande momento da gala em que a Teresa Guilherme, a nossa rainha, entalou o André Filipe, no confessionário, e me fez lembrar a forma como eu repreendo os meus sobrinhos quando fazem asneira.

Quem se sentir incomodado pode parar de ler já, mas eu cresci a ver televisão com a Teresa Guilherme, desde o tempo do "Ai os Homens" e o "Não Se Esqueça da Escova de Dentes"... que já eram uma espécie de reality shows, tá! Mesmo a maioria sendo figurantes, que é o que parecem os meninos da casa a quererem ser réplicas do "BB2020".

Vou 'botar fogo no parquinho' e partilhar convosco qual foi a do Rui, após ser nomeado pela Andreia e pela Sandra. Honestamente, não percebi o porquê de tanta birra pela nomeação de um rapaz que, aparentemente, pertence ao top dos mais queridos da casa.

Afinal, não foi ele que disse, logo no início, que estava na casa para jogar, ainda na jaulinha, e nomear e ser nomeado? Aquela madrugada, após a gala, rodeado pela sua gémea Andreia e pela Jéssica Antunes, era desnecessária e até parecia uma drama-queen - atenção que esta palavra não tem género -, mas, de facto, se ele não tivesse estado, ali, em verborreia, eu não tinha alimentado a minha insónia.

Não posso deixar de acrescentar que, ao Rui, só falta uma namorada na casa e uns aviões a passar para o cenário ficar perfeito e "o jogo lá fora ser mais importante".

A entrada das "tias da casa" também foi gira, mas, como eu já sabia que iam entrar, não me causou borboletas na barriga. Claro que é giro vê-los surpresos e a questionar cada passo que os infiltrados deram para os julgarem, mas os valores, o sumo que trazem e que me faz refletir é o que vejo do meu sofá.

'By the way', o trio do "Pós-gala" esteve muito bem e acho a ideia fantástica. A Pipoca Mais Doce e a Marta Cardoso estavam muito elegantes e o meu divo Pedro Crispim 'tava doce'. Gostei, também, do savoir faire do Rúben, que, para uma primeira semana, mostrou que a educação e a discrição, no grupo em que estava inserido, não lhe serviram de muito, mas colocaram Olhão no mapa, e, agora, fui tendenciosa!

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