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Magda Burity comenta a 1.ª gala do "Big Brother": "As causas, os contatinhos e o André Filipe"

Desde ontem que a nossa vida mudou, de novo. Para todos. Para aqueles que não vêem o Big Brother. Para os que dizem que não vêem, mas, depois, sabem tudo e até não gostam de alguns concorrentes, vá-se lá saber como. E para nós, que ficamos colados ao programa e ao formato, do princípio ao fim. Eu sou daquelas que fico mesmo. E, ontem, lá estive eu, sentadinha no meu sofá, a viver a verdadeira revolução que este "Big Brother" traz.

Foco-me na Teresa Guilherme e no seu regresso, na destreza com que conduziu a entrada dos 19 concorrentes, no vestido branco que selou a Paz. Cresci com a Teresa Guilherme a fazer televisão e é impossível passar ao lado desta gala sem dizer que me emocionei quando a vi entrar em estúdio, com a mesma tranquilidade que a vi da última vez. E quando falo em tranquilidade, falo em alguém seguro do que faz, desde sempre. Nem o facto de não fazer televisão durante algum tempo a impediu de agarrar esta máquina, como se tivesse sido ontem a última vez. Esse é o poder de um bom comunicador. Não são os holofotes, é o amor ao que se faz.

A voz do "Big Brother" quase que não se sentiu durante a gala e isso reflete a ligação da Teresa ao projeto que iniciou há 20 anos e que, agora, tem jogadores na faixa etária desta celebração.

Agora, a Revolução!

Confesso que fiquei surpreendida com os concorrentes. Esperava outros. Mas, pelo menos, arrancaram-me algumas gargalhadas. Isso quer dizer que o jogo começou agora.

A Jéssica e a mãe Sandra foram as primeiras. Pela relação familiar, por todo o enredo que já está infiltrado dentro da casa, e pelo pai, cá fora, que já está a "bombar" nos memes do Twitter.

O André Filipe, que estou a assistir a falar com Carlos, no TVI Reality, e a dar-lhe conselhos "de Luz" sobre a sua futura carreira de rapper e que tenho a certeza de que nos vai arrancar muitas gargalhadas e lições daquilo a que eu chamo "Ensaios sobre o Bem". Aquele chapéu já se tornou uma trend em menos de 24 horas e consigo sentir verdade ali.

Assim que vi a apresentação da Diana, estranhei e comecei a comparar causas e... segundos depois, desatei a chorar, porque esta concorrente é muito mais do que isso e o seu marido também. Aqui, permito-me falar de um lá dentro e cá fora da casa e agradecer à Diana por ter entrado. Porque precisamos de abordar tantos temas que ainda são invisíveis a olho nu em que o BB, mais uma vez, se vai tornar uma plataforma de reflexão.

É prematuro traçar o perfil de cada concorrente numa primeira impressão, mas é urgente referir que entre os "contatinhos" da Joana e a forma desajeitada de ser do galã do "Bairro", Michel, os "costumes e os valores" vêm de casa e não da zona geográfica em que vivemos.

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