Maria Vieira ataca Pedro Abrunhosa: "O cantor que não sabe cantar"

De volta ao Facebook, Maria Vieira voltou à carga. Desta vez, o alvo foi Pedro Abrunhosa, após o cantor ter comentado as últimas declarações de André Ventura.

"Ora cá temos novamente o cantor que não sabe cantar, opinando, de forma cordial, educada, civilizada e nada ofensiva, sobre aquele que ele e outros 'artistas' como ele, gostam tanto de odiar, mas odiar daquela forma docinha, queridinha e fofinha como só os marxistas/caviar sabem odiar", começou por escrever.

"Este cantor que não sabe cantar e que recentemente afirmou que 'os políticos deveriam ter uma remuneração mais digna', é como esses outros 'artistas' marxistas, globalistas, multiculturalistas, fofinhos e mais ou menos ordinários, que vão para as redes sociais falar sobre sexo com animais ou mostrar o cu na via pública, para gáudio de crianças na fase da puberdade, de adolescentes idiotas, de estudantes do primeiro ano da Faculdade de Letras e de adultos fumadores de maconha e cheiradores de pó", continuou.

"É curioso como estes «artistas» que passam a vida a destilar ódio fresquinho sobre os mesmos do costume, ou seja, sobre o André Ventura, sobre o Trump, sobre o Bolsonaro ou sobre a Maria Vieira, se sentem tão incomodados, tão ofendidos e com tanto «medo», quando são eles os criticados, os enxovalhados, os esculhambados e os humilhados do dia... Isto é de facto muito curioso, não é? Ou então, não", acrescentou.

"P.S. Por acaso o Abrunhosa até é um gajo porreiro; digo isto porque há uns anos atrás, no Natal, ele ofereceu-me um Bolo Rei, quando nos encontrámos na pastelaria Garrett, aqui no Estoril", concluiu.

As criticas de Maria Vieira vêm na sequência das palavras de Pedro Abrunhosa sobre o líder do "Chega", na publicação Expresso: "É preciso sempre encontrar um bode espiatório, porque as pessoas que têm medo, que estão pobres e vulneráveis, têm tendência a acreditar nestes fanfarrões que dizem que o problema é dos ciganos e que dizem, agora, a Valentina morreu, temos de pôr a pena perpétua [...]".