O músico Agir e o líder do Chega envolveram-se numa troca de acusações nas redes sociais.
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Mal André Ventura anunciou a intenção de, caso chegue ao poder, impor medidas mais restritivas no que toca à liberdade de expressão na Internet, Agir usou as redes sociais para mostrar o seu desagrado.
André Ventura, que votou contra uma proposta de voto de pesar pela morte de George Floyd, o afro-americano que morreu, deitado no chão, com o joelho de um polícia sobre o pescoço, na cidade norte-americana de Minneapolis, afirmou, ainda, que o Chega não apoiará este tipo de decisão "enquanto os partidos não souberem dizer o nome do jovem são-tomense assassinado no Seixal e tratarem o caso com a mesma indignação. Chega de hipocrisia!".
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"Não sei como vai ser no Twitter nem se vais ganhar mas, pelo sim, pelo não, aproveito já para dizer, enquanto posso, que és uma m***", escreveu o filho do cantor Paulo de Carvalho e da atriz Helena Isabel, numa mensagem difundida no InstaStories, ferramenta do Instagram.
Agir acrescentou: "Existem brancos na faculdade que matam a namorada, por isso, gente de m*** há em todo o lado e é isso mesmo que um populista faz. Pega no medo das pessoas, generaliza-o, ganha votos. Tenho mais medo do Ventura do que qualquer minoria étnica."
André Ventura resolveu, então, responder, novamente, no Twiiter, com uma mensagem que voltou a merecer reação do músico. "Meu caro, para acabar contigo nem sequer era preciso censura. Basta que os portugueses tenham um pouco de bom gosto musical e nunca mais temos de ouvir essa voz frouxa e esse corpo tatuado à gangster efeminado", escreveu o líder do Chega.
"Ok, não está péssimo péssimo, mas estava à espera de mais. Acho que precisa de um ghostwriter para os insultos que está a ficar fraquinho. P.s.: És uma M***2, rematou o filho do músico Paulo de Carvalho e da atriz Helena Isabel.
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